Antropologia (Odontologia)

Programa de Ensino
Instituição: Universidade Federal de Alfenas (UNIFAL)
Curso: Odontologia
Ano letivo: 2010
Período:
Disciplina: Antropologia
Aulas: Quarta-feira das 9h às 11h na sala V204. (Feriados)
Carga horária total: 30h
Ementa: Semelhanças e diferenças culturais, origem e história das culturas do homem, sua evolução e desenvolvimento, estrutura e funcionamento em qualquer tempo e lugar.
Objetivo geral: Entrar em contato com a perspectiva antropológica sobre os fenômenos, destacando aqueles pertinentes à área da Odontologia.

::::::::::CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:.

Esta disciplina pretende:

  • Apresentar as principais correntes de pensamento antropológico desde o surgimento da disciplina no século XIX até a contemporaneidade.
  • Refletir sobre as possíveis implicações, para o campo da Odontologia, da maneira como a Antropologia lida com a questão da corporeidade.
  • .
    ::::::::::SISTEMA DE AVALIAÇÃO:.
    Relatórios: Cada aluno(a) deverá fazer cinco relatórios de aula ao longo do semestre. Cada relatório terá nota entre zero (mínima) e um (máxima).
    Seminários: Cada aluno(a) deverá integrar um grupo para apresentar um seminário no final do semestre. O seminário consistirá na apresentação de um texto a ser combinado com o professor. Cada aluno(a) receberá uma nota entre zero (mínima) e cinco (máxima) pelo seu desempenho no seminário.
    Nota final: A nota final será calculada somando as notas obtidas nos relatórios de aula com a nota obtida no seminário. Alunos(as) que não atingirem a nota final 7 na disciplina poderão realizar uma prova suplementar.

    ::::::::::BIBLIOGRAFIA BÁSICA:.
    ALVES, Paulo C. e MINAYO, Maria C.S. (orgs.). 1994. Saúde e doença: um olhar antropológico. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz.
    DAMATTA, Roberto. 1987. A Antropologia no quadro das ciências. In: Relativizando: uma introdução à Antropologia Social. Rio de Janeiro: Rocco, pp.17-85. (*)
    DURKHEIM, Émile. 2007. As regras do método sociológico. São Paulo: Martins Fontes.
    FOUCAULT, Michel. 2008. Microfísica do poder. (trad. Roberto Machado) São Paulo: Graal.
    GOFFMAN, Erving. 2008. A representação do eu na vida cotidiana. (trad. Maria C.S. Raposo) Petrópolis: Vozes.
    GOMES, Mércio P. 2008. Antropologia: ciência do homem, filosofia da cultura. São Paulo: Contexto. [Primeiro capítulo disponível na Internet]
    LÉVI-STRAUSS, Claude. 2008. A ciência do concreto. In: O pensamento selvagem. (trad. Tânia Pellegrini) Campinas: Papirus, pp.15-49. (*)
    SANTOS, Ligia A.S. 2008. O corpo, o comer e a comida: um estudo sobre as práticas corporais e alimentares no mundo contemporâneo. Salvador: EDUFBA.

    ::::::::::BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:.
    AZIZE, Rogério L. Doença e saúde: a antropologia pode contribuir?. Comunidade Virtual de Antropologia 17.
    __________. Podemos falar em uma ‘química da qualidade de vida’?. Comunidade Virtual de Antropologia 24.
    BARBOSA, Sonia M.C. Em torno da especialidade médica: desvio de comportamento?. Comunidade Virtual de Antropologia 7.
    CANESQUI, Ana M. 1988. Antropologia e alimentação. Revista de Saúde Pública 22(3).
    __________. 2003. Os estudos de antropologia da saúde/doença no Brasil na década de 1990. Ciência & Saúde Coletiva 8(1).
    __________. 2007. A qualidade dos alimentos: análise de algumas categorias da dietética popular. Revista de Nutrição 20(2).
    EVANS-PRITCHARD, Edward E. 1975. Antropologia Social. In: Alba Z. Guimarães (sel.). Desvendando máscaras sociais. (trad. Olga Lopes da Cruz) Rio de Janeiro: Francisco Alves, pp.223-44.
    GONZAGA DE MELLO, Luís. 2002. Antropologia Cultural: iniciação, teoria e temas. Petrópolis: Vozes.
    HELMAN, Cecil G. 1994. Cultura, saúde e doença. (trad. Eliane Mussmich) Porto Alegre: Artes Médicas.
    IGOR DE GARINE. 1994. The diet and nutrition of human populations. In: Tim Ingold (ed.). Companion Encyclopedia of Anthropology: humanity, culture and social life. London: Routledge, pp.226-64.
    INGOLD, Tim. 1990. An anthropologist looks at biology. In: Man 25(2):208-29.
    __________. 2000. ‘People like us’: the concept of the anatomically modern human. In: The perception of the environment: essays on livelihood, dwelling and skill. London: Routledge, pp.373-91.
    __________. 2003. A evolução da sociedade. In: A.C. Fabian (org.). Evolução: sociedade, ciência e universo. Bauru: EDUSC, pp.107-31.
    LAPLANTINE, François. 2003. Aprender Antropologia. (trad. Marie-Agnés Chauvel) São Paulo: Brasiliense.
    LARAIA, Roque de Barros. 2005. Da ciência biológica à social: a trajetória da Antropologia no século XX. Habitus 3(2):321-45.
    LATOUR, Bruno. 1994. Jamais fomos modernos: ensaio de antropologia simétrica. (trad. Carlos Irineu da Costa) São Paulo: Ed.34.
    LÉVI-STRAUSS, Claude. 2008. A crise moderna da Antropologia.Correio da Unesco5.
    __________. 2008. Primitivos?.Correio da Unesco5.[1951]
    __________. 2008. Sinfonia de sabores.Correio da Unesco5.[1957]
    MANSILLA, Josefina, CHÁVEZ, M. Eugenia e SOLÍS, Corina. 2003. Contaminación humana con plomo en la ciudad de México a través del tiempo. In: Josefina M. Lory e Xabier L. Cruchaga (coords.). Antropología Física: disciplina plural. México: INAH, pp.285-97.
    MAUSS, Marcel. 2003. As técnicas do corpo. In: Sociologia e Antropologia. (trad. Paulo Neves) São Paulo: Cosac & Naify, pp.399-419. (*)
    MENDONÇA DE SOUZA, Sheila M.F. 2009. Bioarqueologia e Antropologia Forense. In: Anais do I Encontro de Arqueologia do Mato Grosso do Sul. Campo Grande: Ed. UFMS, pp.89-113.
    PELIZZOLI, Marcelo et al. Bioética como novo paradigma. Comunidade Virtual de Antropologia 37.
    QUEIROZ, Marcos de S. e CANESQUI, Ana M. 1986. Antropologia da medicina: uma revisão teórica. Revista de Saúde Pública 20(2).
    __________. 1986. Contribuições da antropologia à medicina: uma revisão de estudos no Brasil. Revista de Saúde Pública 20(2).
    ROWE, John H. 1965. The Renaissance foundations of Anthropology. American Anthropologist 67:1-20.
    SCHILDER, Paul. 1999. Sociologia da imagem corporal. In: A imagem do corpo: as energias construtivas da psique. (trad. Rosanne Wertman) São Paulo: Martins Fontes, 235-312. (*)
    VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo B. 1987. A fabricação do corpo na sociedade xinguana. In. João P. de Oliveira Filho (org.). Sociedades indígenas e indigenismo no Brasil. Rio de Janeiro: UFRJ/Marco Zero, pp.31-41.
    __________. 2002. O nativo relativo. Mana 8(1): 113-48.
    __________. 2002. O conceito de sociedade em Antropologia. In: A inconstância da alma selvagem e outros ensaios de Antropologia. São Paulo: Cosac & Naify, pp.295-316. (*)

    =>OBS. 1: Os livros da “Bibliografia Básica” fazem parte do acervo da Biblioteca da Unifal.
    =>OBS. 2: Os textos marcados com asterisco (*) já foram disponibilizados na minha pasta no xerox.

    ::::::::::CRONOGRAMA:.
    03/03 – Aula: Apresentação do programa de ensino.
    10/03 – Aula: Introdução à Antropologia.
    17/03 – Aula: Introdução à Antropologia.
    24/03 – Trabalho: formar grupos de seminário e enviar nomes para email do professor. Começar a pesquisar textos para apresentar no seminário.
    31/03 – Trabalho: enviar proposta de seminário (formulário a ser enviado para os alunos) para o email do professor.
    07/04 – Aula: Revisão.
    14/04 – Aula: Revisão.

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