SO154-A – Tópicos Especiais em Ambiente e Tecnologia II: rede e poder

Instituição: Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
Curso: Programa de Pós-Graduação em Sociologia (PPGS).
Ano letivo: 2018.
Período: 1º.
Disciplina: SO154-A – Tópicos Especiais em Ambiente e Tecnologia II: rede e poder
Aulas: Sexta-feira das 9h às 13h – Sala 12A.
Carga horária total: 60h.
Créditos: 4.

PROGRAMA
A internet, e mais especificamente as redes sociais digitais (Google, Facebook, Twitter, Youtube, Whatsapp etc), tem ganhado grande relevância política, econômica e cultural nesta segunda década do século XXI. Tais redes demonstraram ser capazes de, ao mesmo tempo, empoderar socialmente o usuário pela eficácia comunicativa, e controlá-lo cada vez mais por meio da exploração política e econômica de seus hábitos e rastros digitais. Mais do que isso, a fartura de dados gerados por essas redes digitais nos últimos 20 anos vem servindo de combustível para o desenvolvimento de teorias matemáticas de análise de redes, um antigo terreno comum às ciências sociais e naturais, promovendo uma crescente, apesar de ainda bastante desigual, colaboração entre elas.

Esta disciplina propõe debater algumas das principais ideias e conceitos ligados a diferentes vertentes da análise matemática de redes, assim como suas aplicações em casos concretos, em especial no que se refere a relações de poder nas redes digitais. Como contrapondo a tais concepções e aplicações, a disciplina propõe debater concepções de poder reticular gestadas na tradição filosófica francesa “menor”, que recebeu sua melhor formulação sociológica na Teoria Ator-Rede. Após tais debates iniciais, a disciplina se encaminhará para a discussão coletiva de uma eclética seleção de estudos teóricos e empíricos envolvendo o poder reticular, com o objetivo de mobilizar, em casos diversos, os conceitos e ideias anteriormente debatidos. O objetivo geral desta disciplina será promover alguma familiarização com diferentes concepções de poder em rede/reticular, tanto nas suas formulações teóricas quanto em aplicações práticas, em especial no contexto contemporâneo das redes sociais digitais.

PLANO DE DESENVOLVIMENTO
A disciplina foi organizada nas seguintes cinco partes:

I – Introdução. Na primeira aula, apresentarei minhas propostas de programa e de desenvolvimento da disciplina. Também apresentarei, de maneira geral e introdutória, a ideia de poder reticular em seu desenvolvimento histórico e conceitual (Bergès 2008; Borgatti e Kidwell 2011; Borgatti et al. 2014; Freeman 1996, 2004, 2011; McClurgh e Lazer 2014; Scholz 2015), assim como algumas de suas implicações políticas (Coward 2017; Deleuze 1992; Foucault e Deleuze 1992; Hart 2004; Jagoda 2015; Jameson 1988), com especial ênfase no caso das redes sociais digitais (Barbosa de Almeida 2009; Bruno 2013; Frick e Oberprantacher 2011; Gindre 2016; Pentland 2012; Tufekci 2013a).

II – Uma nova física social? A ideia de “física social” existe pelo menos desde os escritos de Auguste Comte e Adolphe Quételet no século XIX (cf. Benoit 2006; Porter 1981; Stewart 1950), e sintetiza o desejo de alcançar, para a sociedade humana, o mesmo tipo de conhecimento fatual (i.e.: lógico-matemático, descritivo, preditivo e não contestado) que a física “natural” alcançou para a natureza. A aplicação da teoria matemática da análise de redes (iniciada no século XVIII com a teoria dos grafos de Leonard P. Euler) no estudo de processos sociais, principalmente a análise computacional de redes sociais digitais, vem consistentemente fortalecendo esta ideia (cf. Barnes e Wilson 2014), propondo modelos matemáticos e teorias formais capazes não apenas de descrever e prever satisfatoriamente certos processos sociais humanos, mas também de torná-los matematicamente comparáveis a processos naturais. Serão debatidos nesta parte da disciplina conceitos e teorias desenvolvidos pela análise matemática e formal de redes nas ciências sociais e naturais para dar conta das relações de poder. Do lado das ciências sociais, serão debatidos conceitos desenvolvidos, por exemplo, por Claude Lévi-Strauss (2012), Ronald Burt (1982, 1995), Mark Granovetter (2017), Duncan Watts (1999, 2004), Linton Freeman (2004, 2011) e Harrison White (Azarian 2005). Do lado das ciências naturais, os conceitos serão debatidos a partir de sínteses como as de Albert-László Barabási (2002, 2014), Boccaletti et al. (2006) e Bruggerman (2008), mas também de propostas menos conhecidas como as de Cambria et al. (2017), Kugler e Turvey (1987; Turvey 1990; Gibson 1986), Miritello (2013) Osipov et al. (2007) e Roehner (2007). O objetivo desta parte da disciplina é duplo: (1) evidenciar o potencial inédito de colaborações entre ciências sociais e naturais, numa espécie de terreno reticular comum a todas as ciências; (2) evidenciar também os limites da análise matemática de redes, em especial na análise das relações de poder.

III – Uma metafísica necessária. Paralelamente ao desenvolvimento das análises matemático-formais de redes, toda uma filosofia do poder reticular foi sendo desenvolvida na França, mais especificamente a partir de Denis Diderot (cf. Letonturier 1996, 2013), e com importantes desdobramentos a partir da segunda metade do século XX (cf. Eriksson 2005; Ferreira 2017; Kastrup 2003; Parente 2007). Diferentemente da abordagem matemático-formal, mas de certa forma forma complementar a ela (cf. Latour et al. 2012; Teil e Latour 1995; Venturini et al. sd.), esta filosofia política não se baseia na ideia de “rede como conjunto de relações entre nós”, mas sim numa ideia, que ganha diferentes formas em diferentes autores, de “rede como nó de relações”. Serão debatidas nesta parte da disciplina algumas ideias de Henri Bergson (1999, 2006), Gabriel Tarde (2007; Latour 2010; Letonturier 2000; Papilloud 2004), Gilbert Simondon (2005, 2008a, 2008b; Combes 1999; Guchet 2010; Hui 2011; Lotti 2015; Mills 2015; Toscano 2009), Pierre Clastres (2003), Fernand Deligny (2015), Michel Foucault (Deleuze 1988; Revel 2002), Gilles Deleuze (1991, 1992, 2002, 2006; Rölli 2017; Villani 1999), Félix Guattari (1982a, 1982b, 1988, 1992a, 1992b, 1995, 1996; Glowczewski 2008) e Deleuze e Guattari (1992, 1995), assim como a Teoria Ator-Rede (Latour 1986, 1988, 2004, 2005, 2011). O objetivo desta parte da disciplina é apresentar concepções de reticulação que, por não pressuporem o indivíduo-nó e suas relações como unidade de análise, oferecem perspectivas relevantes não apenas sobre o funcionamento do poder reticular propriamente dito, mas também sobre as implicações e os efeitos ético-políticos das análises matemáticas de redes sociais.

IV – Outras reticulações. Existe todo um universo de concepções de poder reticular para além da matemático-formal e da filosófico-conceitual. São pesquisadores de campos diversos – e.g.: sociologia (Castells 1996 e 2015; Diani e McAdam 2003; Kemper 2011; Milan 2013; Terranova 2004; Tufekci 2013b, 2014, 2015); antropologia (Bateson 1985; Gell 1994, 1996, 1998, 2001; Viveiros de Castro 2009, 2015; Viveiros de Castro e Goldman 2009); psicologia (Passos et al. 2009); comunicação (Galloway 2004; Galloway e Thacker 2007; Sampson 2012); arte (Munster 2013); ativismo (Costa et al 2003); e Design (Snodgrass 2017) – que encontraram, em diferentes concepções de rede, traduções vantajosas para as relações de poder observadas em seus respectivos campos. A escolha dos textos a serem debatidos nesta parte da disciplina será realizada coletivamente.

V – Estudos de caso. A última parte da disciplina será uma dupla avaliação: dos conceitos de poder reticular debatidos ao longo da disciplina; e dxs estudantes matriculadxs. Os conceitos serão avaliados por meio do debate de uma seleção de estudos de caso nos quais relações de poder concretas são analisadas de forma reticular. Xs estudantes serão avaliadxs pois escolherão, individualmente ou coletivamente, um ou mais estudos de caso para apresentarem e debaterem em sala de aula. Uma seleção inicial de estudos é: Bansal et al. (2006); Björkman (2015); Caetano (2006); Castañeda de Araújo (2014); Cocco e Albagli (2012); Conio (2015); Costa (2016); Dimantas (2006); Feireis (2013); Glowszewski (2016); Jones (2012); MacKinnon (2012); Marques (2003, 2007); McCaughey (2014); Mesquita (2013); Miller et al. (2016); Mutsvairo (2016); Nunes (2014); Radsch (2016); Riles (2001); Spyer (2017); Tufekci (2017); Vasconcelos (2012); Vicentin (2016).

AVALIAÇÃO
Xs estudantes matriculadxs serão avaliadxs com base na sua participação nos debates presenciais, especialmente nas últimas aulas da disciplina, quando cada estudante deverá apresentar um livro ou artigo para debate em classe (ver acima, a parte “V – Estudos de caso” do “Plano de desenvolvimento”).

BIBLIOGRAFIA
Esta bibliografia será disponibilizada em formato pdf (apenas localmente), exceto quando indicado por asterisco (*).

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ZUBOFF, Shoshana. 2015. Big other: surveillance capitalism and the prospects of an information civilization. Journal of Information Technology 30:75-89.

CRONOGRAMA
AULA 01 – Dia 02/03: I – Introdução à disciplina. Leituras sugeridas: Barbosa de Almeida (2009); Hart (2004); Jameson (1988); Mance (sd); Pentland (2012); Tufekci (2013a). Leituras complementares: Bergès (2008); Borgatti e Kidwell (2011); Borgatti et al. (2014); Bruno (2013); Coward (2017); Deleuze (1992); Dupuy (1996); Foucault e Deleuze (1992); Freeman (1996, 2004); Frick e Oberprantacher (2011); Gindre (2016); Grannis (2010); Jagoda (2015); McClurgh e Lazer (2014); Network Science; Scholz (2015).

AULA 02 – Dia 09/03: II – Análise matemática de redes sociais. Leituras sugeridas: Azarian (2005); Freeman (2004 e 2011). Leituras compementares: Borgatti et al. (2009); Burt (1982, 1995); Ferrand e Federico (2013); Granovetter (2017); Lévi-Strauss (2012); Sorokin (1998); Toennies (1971); Watts (1999, 2004).

AULA 03 – Dia 16/03: II – Análise computacional de redes em geral. Leituras sugeridas: Barabási (2014); Boccaletti et al. (2006). Leitura complementar: Mendes (2004).

AULA 04 – Dia 06/04: II – Outras formas de análise computacional de redes. Leituras possíveis: Cambria et al. (2017); Kugler e Turvey (1987; Turvey 1990; Gibson 1986); Miritello (2013); Osipov et al. (2007); PDP Research Group (1986); Roehner (2007).

AULA 05 – Dia 13/04: III – Filosofia política menor deleuziana. Leituras sugeridas: Deleuze (1988, 1992); Deleuze e Guattari (1992 e 1995); Foucault e Deleuze (1992). Leituras complementares: Clastres (2003); Deleuze (1991, 2002, 2006); Deligny (2015); Eriksson (2005); Guattari (1982a, 1982b, 1988, 1992a, 1992b, 1995, 1996); Kastrup (2003); Parente (2007); Revel (2002); Rölli (2017); Villani (1999).

AULA 06 – Dia 20/04: III – Filosofia política menor simondoniana. Leituras sugeridas: Bergson (1999, 2006); Simondon (2005, 2008a, 2008b). Leituras complementares: Combes (1999); Ferreira (2017); Guchet (2010); Hui (2011); Letonturier (1996 e 2013); Lotti (2015); Mills (2015); Toscano (2009).

AULA 07 – Dia 27/04: III – Filosofia política menor latouriana. Leituras sugeridas: Tarde (2007); Latour (1986, 1988, 2004, 2005, 2011); Latour e Woolgar (1986); Latour et al. (2012). Leituras complementares: Latour (2010); Letonturier (2000); Papilloud (2004); Teil e Latour (1995); Venturini et al. (sd.).

AULA 08 – Dia 04/05: IV – Outras reticulações. Leitura combinada: Viveiros de Castro (2009, 2015).

AULA 09 – Dia 11/05: IV – Outras reticulações. Leitura combinada: Galloway e Thacker (2007).

AULA 10 – Dia 18/05: IV – Outras reticulações. Leitura combinada: Tufekci (2013b, 2014, 2015).

AULA 11 – Dia 25/05: IV – Outras reticulações. Leitura combinada: Castells (1996 e 2015)

AULA 12 – Dia 08/06: V – Estudos de caso. Fabiano.

AULA 13 – Dia 15/06: V – Estudos de caso. Cris.

AULA 14 – Dia 22/06: V – Estudos de caso. Guilherme e Camila.

AULA 15 – Dia 29/06: V – Estudos de caso. Thiago e Emerson.

02/07 a 18/07 – Prazo para entrada de Conceitos e Frequências do 1º período letivo de 2018..