“Fichamento” 3 (Weber)

Unidade III
Texto de base: Max Weber, A “objetividade” do conhecimento nas Ciências Sociais, in: Gabriel Cohn (ord.). Max Weber: Sociologia. (São Paulo: Ática, 2008 [1904]); Max Weber, A ética protestante e o “espírito” do capitalismo (São Paulo: Companhia das Letras, 2007 [1904-5/1920]).
Data de entrega: 30/11/2009
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Instruções:

  • Colocar nome no trabalho.
  • Explicitar a “proposta” escolhida (I ou II)
  • Redigir à mão, com letra legível.
  • Redigir com caneta (não entregue trabalho escrito a lápis)
  • Tamanho mínimo de 2 páginas, máximo de 4 páginas. Obs: (1) uma folha de papel, se escrita na frente e no verso, conta como duas páginas; (2) não entregue trabalho com apenas uma página, e nem trabalho com mais do que 4 páginas.
  • Use suas próprias palavras, não cite literalmente o texto.
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    Observações:

  • “Fichamentos” entregados após o dia 30/11/2009 terão desconto na nota.
  • Citações de quaisquer fontes devem ser evidenciadas pelo uso de aspas e pela indicação da referência.
  • Evidência de plágio (cópia de textos alheios sem citar a fonte, mesmo que sejam apenas trechos e mesmo que sejam ligeiramente refraseados) implicará em nota “zero”.
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    Propostas

    .:PROPOSTA I:.
    Partindo da leitura do texto “A ‘objetividade’ do conhecimento nas Ciências Sociais”, de Max Weber, explicite, com base na passagem transcrita abaixo: (1) como as leis e construções conceituais marxistas podem ser consideradas “tipos ideais”; e (2) a qual “perigo” Weber se refere.

    Intencionalmente, deixou de ser demonstrada a nossa concepção no exemplo de longe o mais importante de construções de tipo ideal: o de Marx. […] Limitamo-nos a constatar aqui que todas as “leis” e construções do desenvolvimento histórico especificamente marxistas naturalmente possuem um caráter de tipo ideal na medida em que sejam teoricamente corretas. Quem quer que tenha trabalhado com os conceitos marxistas, conhece a eminente e inigualável importância heurística destes tipos ideais, quando utilizados para os comparar com a realidade, mas conhece igualmente o seu perigo, logo que são apresentados como construções com validade empírica ou até mesmo como tendências ou “forças ativas” reais (o que, na verdade, significa metafísicas). (p.118-9)

    .:PROPOSTA II:.
    Resuma, usando suas próprias palavras, a tese defendida no livro A ética protestante e o “espírito” do capitalismo, e explique o papel dos escritos de Benjamin Franklin e de Richard Baxter na argumentação de Max Weber.

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